terça-feira, 14 de julho de 2009
2ª Fase da Prova 706 Mais Acessível
sábado, 20 de junho de 2009
Exame 706 II

A persistência no logro mantém-se e agrava-se: na questão seguinte (3, do grupo I da Prova de Desenho A) é pedido “uma representação rápida e expressiva a sanguínea”. Estamos uma vez mais perante um apontamento, desta vez com tónica na expressividade. Mas o facto parece não ter perturbado os autores da prova, pois nos C.G.C.. esparrama-se, uma vez mais, o registo correcto das “proporções entre as partes” (item 3b) dos C.G.C.) e o registo “com muita correcção” (item 3c) dos C.G.C.); será receita? Como se pode pretender um registo rápido e expressivo e simultaneamente pretender rigor, correcção das proporções e uns condimentos mais para armadilhar examinandos?
Exame 706

Quanto à prova de exame: o tempo aconselhado para cada grupo foi suficiente. O modelo era interessante e apresentou um grau de dificuldade adequado.
Alguns reparos relativamente aos critérios de correcção:
No item 1 a) o descritor assinala como uma das condições para a obtenção do nível máximo a utilização de “diferentes intensidades e espessuras de traço”. Com este critério não teriam o nível máximo alguns dos desenhos dos seguintes artistas plásticos: Almada Negreiros, Matisse, Picasso, David Hockney, e uma plêiade mais que em situações análogas dispensaram as convulsões lineares para tornarem perceptíveis os motivos representados.
Passando para o item 2 a) o descritor refere, no recurso à técnica de aguarela, a pintura “com manchas homogéneas, sem definição de contorno” (e se for o dintorno?). Estaremos no domínio das habilidades circenses? Os autores parecem ter uma visão monocular da aguarela e, uma vez mais, temo pela memória de muitos artistas como Delacroix ou Cézanne que, segundo esta indicação, ver-se-iam relegados para uma classificação menor. Quanto à indefinição de contorno na aguarela, parece haver um certo desconhecimento do conceito. Refere-se ao contorno a lápis (nesse caso, pobre Turner...) antes de aplicar a tinta ou ao contorno gerado pelo contraste da mancha com o fundo? Em que ficamos?
Neste blogue denunciou-se, aquando da publicação das informações de exame, o despropósito em vincular uma técnica específica a questões implicando maior liberdade criativa. Ainda bem que a lacuna foi corrigida no grupo II, apesar de não ter contemplado a técnica mista. Desatenção?
Onde se poderia permitir o exercício pleno da criatividade mantém-se uma toada claustrofóbica do desenho, subordinando-o essencialmente a uma visão academizante que convive mal com as possibilidades criativas. Atente-se ao exemplo da questão II: o item “criatividade” (10% da cotação da prova!) surge embrulhado e condicionado por uma relação indefinida das “figuras imaginadas com o espaço recriado” (alínea c). Que criatividade poderá haver quando estas deverão apresentar “volumes e proporções com correcção” (alínea b) e “adequadas ao espaço dado” (alínea d)? Portanto, se um dos meninos desenhou o Gulliver de burka já sabe...
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Depois do lápis, a burqa azul
Sir Joshua Reynolds (1723-92), Retrato da Sr.ª Stanhope (detalhe)
Numa escola do Pinhal Novo legislou-se sobre os decotes e baínhas das alunas (não se imagina os alunos com umas generosas mini-saias...). Só num país de serôdios costumes, onde o preconceito se gosta de travestir de moralidade, ocorrem estes devaneios. O que está no cerne deste delírio autoritário é a sexualidade: não deveria a escola esclarecer em vez de reprimir?
segunda-feira, 4 de maio de 2009

Fica o adeus ao rosto que nos iluminava os domingos de outrora com um “Olá amiguinhos” e muito cinema de animação. A Vasco Granja se deve a divulgação de autores como Norman McLaren, Tex Avery, Fritz Freleng e outros ilustres desconhecidos, como Jiri Barta, que foram esteio criativo de muitos petizes. Foi o responsável pela promoção e divulgação da Banda Desenhada em Portugal nas décadas de 60 e de 70, com destaque para a revista “Tintim”, de saudosa memória.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
José Miguel Gervásio
Quand nous chanterons le temps des cerises
Et gai rossignol et merle moqueur
Seront tous en fête
Les belles auront la folie en tête
Et les amoureux du soleil au cœur
Quand nous chanterons le temps des cerises
Sifflera bien mieux le merle moqueur
Mais il est bien court le temps des cerises
Où l'on s'en va deux cueillir en rêvant
Des pendants d'oreilles...
Cerises d'amour aux robes pareilles
Tombant sous la feuille en gouttes de sang...
Mais il est bien court le temps des cerises
Pendants de corail qu'on cueille en rêvant !
Quand vous en serez au temps des cerises
Si vous avez peur des chagrins d'amour
Évitez les belles !
Moi qui ne craint pas les peines cruelles
Je ne vivrai pas sans souffrir un jour...
Quand vous en serez au temps des cerises
Vous aurez aussi des chagrins d'amour !
J'aimerai toujours le temps des cerises
C'est de ce temps-là que je garde au cœur
Une plaie ouverte !
Et Dame Fortune, en m'étant offerte
Ne saurait jamais calmer ma douleur...
J'aimerai toujours le temps des cerises
Et le souvenir que je garde au coeur !
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Cherbourg expõe Hugo Pratt

Desenhador e aguarelista talentoso, Pratt tem uma parte da sua obra acessível aos olhos de todos os aprendizes que, não podendo ir a Cherbourg, sempre podem viajar com o dedo até aqui.
Encontros da Imagem '09
Guerrilla Girls: os cartazes são só uma parte da acção. Lucidez, criatividade e provocação desde 1985.sábado, 4 de abril de 2009
DIÁRIOS de VIAGEM

quinta-feira, 2 de abril de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Olhares Sobre o Centro de Braga
terça-feira, 10 de março de 2009
Edifícios à prova do lobo mau

Outro papel para o pavimento


