quarta-feira, 13 de maio de 2009

Depois do lápis, a burqa azul

Sir Joshua Reynolds (1723-92), Retrato da Sr.ª Stanhope (detalhe)

Numa escola do Pinhal Novo legislou-se sobre os decotes e baínhas das alunas (não se imagina os alunos com umas generosas mini-saias...). Só num país de serôdios costumes, onde o preconceito se gosta de travestir de moralidade, ocorrem estes devaneios. O que está no cerne deste delírio autoritário é a sexualidade: não deveria a escola esclarecer em vez de reprimir?

segunda-feira, 4 de maio de 2009


Vasco Granja (1925-2009)

Fica o adeus ao rosto que nos iluminava os domingos de outrora com um “Olá amiguinhos” e muito cinema de animação. A Vasco Granja se deve a divulgação de autores como Norman McLaren, Tex Avery, Fritz Freleng e outros ilustres desconhecidos, como Jiri Barta, que foram esteio criativo de muitos petizes. Foi o responsável pela promoção e divulgação da Banda Desenhada em Portugal nas décadas de 60 e de 70, com destaque para a revista “Tintim”, de saudosa memória.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

José Miguel Gervásio

"Djin-Djin. Quando roubaram o coração ao Cabeça de Ovo caíu do céu uma chuva dourada". Da série Ararararax. Acrílico sobre tela, 2005


Nos domínios bizantinos das artes plásticas abundam os artistas consagrados pelas circunstâncias do mercado e dos seus agentes. Alguns, poucos, têm na sua obra legitimação maior.
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Le Temps des Cerises


Quand nous chanterons le temps des cerises

Et gai rossignol et merle moqueur

Seront tous en fête

Les belles auront la folie en tête

Et les amoureux du soleil au cœur

Quand nous chanterons le temps des cerises

Sifflera bien mieux le merle moqueur

Mais il est bien court le temps des cerises

Où l'on s'en va deux cueillir en rêvant

Des pendants d'oreilles...

Cerises d'amour aux robes pareilles

Tombant sous la feuille en gouttes de sang...

Mais il est bien court le temps des cerises

Pendants de corail qu'on cueille en rêvant !

Quand vous en serez au temps des cerises

Si vous avez peur des chagrins d'amour

Évitez les belles !

Moi qui ne craint pas les peines cruelles

Je ne vivrai pas sans souffrir un jour...

Quand vous en serez au temps des cerises

Vous aurez aussi des chagrins d'amour !

J'aimerai toujours le temps des cerises

C'est de ce temps-là que je garde au cœur

Une plaie ouverte !

Et Dame Fortune, en m'étant offerte

Ne saurait jamais calmer ma douleur...

J'aimerai toujours le temps des cerises

Et le souvenir que je garde au coeur !

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